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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Adeus saudoso!


De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.

A oeste a morte
Contra quem vivo
Do sul cativo
O este é meu norte.

Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem

Nasço amanhã
Ando onde há espaço:
– Meu tempo é quando.

Afonso Jimenez e coord. de Jornalismo da FIT em teatro sobre fotografia


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Censura. Aff!

Andressa Aguiar
Hoje acordei disposta, queria ler, queria saber, queria escrever. Daí como sempre fui visitar meus blogs favoritos, ai tive uma crise de risos e dúvidas. Ué, denunciaram o blog do dudu? Porque?
Fico imaginando o Pc do denunciante o incitando, quase o obrigando a navegar no universo estravagante de Dudu. Como seria?
Que o Dudu é um tanto verdadeiro além do limite, viaja num mundo que é só dele, gosta de expor seus "bom dia, hora do almoço, até amanhã" de uma forma meio diferente é visível e aceitável de se dizer, mas o que leva uma criatura a denunciar tal opinião?
Outro dia minha professora de tele disse que detesta blogs por falarem o que querem, fugindo assim da 'imparcialidade' até concordei, por isso visto a camisa de que "Eu leio o que quero, olho que quero, escuto o que quero e desinteressante é invisível".
Acredito no livre arbítrio que prega a Bíblia, por isso sei que todos, principalmente na internet tem opção de ler ou não ler os conteúdos expostos.
Por isso caro Dudu, não se preocupe, o mais grave que deve ter acontecido é que o tal é leitor assíduo do  blog e deve ter esquecido a página aberta no teu "Até amanhã", a filha, criança ainda, viu e sem saber o que falar, afirmou estar fazendo uma denúncia. Hehehe.
Não consigo pensar em nada mais adequado.
Fui!!!

De quem é a culpa?

Andressa Aguiar
Hj, num momento vago ao meio dia (coisa rara ), me pus a assistir os programas que reportam as notícias da nossa pérola, entre tantas que pra mim, eram descartáveis, estava uma, alí fora de rota despertando em mim uma fúria, indignação e tudo mais que se pode chamar pra algo no mínimo rídiculo.
Sei que o HMS não é hoje o melhor (e nem chega perto de ser) lugar pra se ficar enquanto doente e que a espera é angustiante e blá blá blá. Sei também que o MP é o orgão master que deveria fiscalizar situações como essa e punir culpados. Mas gostaria de perguntar aos nossos leitores, sábios e informados, de quem é a culpa?
"Eu fui chamada para comparecer ao hospital e como sempre vou a pedido do MP me dispus a ir... quando cheguei na porta ouvi uma médica dizer: Estão com voz de prisão pra levá-la. Eu não sabia sequer o motivo pelo qual seria eu levada a delegacia" palavras da diretora ou ex diretora do HMS em coletiva à imprensa.
Se não há médicos suficientes no hospital a culpa é dela? Se há demora no atendimento por causa da falta desses profissionais a culpa também é dela?
Fiquei me perguntando qual seria a função da diretoria de um local que há muito (diretorias passadas) é visto como o 'inferninho' para os doentes da região. Ai percebi que não, a culpa não é construída ai. Há níveis, e o nível em que quero me deter é: Cadê nosso lindo secretário de saúde? Porque não há fiscalização por parte de tal secretaria? E investimentos para melhorias?
Ah, lembrei, ficou adormecido na política, nossa grande política, política de parcerias de troca de favores, de união de partidos em troca de quê?  De secretarias, secretarias que servem para acumulo de dinheiro, dinheiro nosso, dinheiro do povo, que vai pra onde? pra o bolso,bolsos largos, de quem? De pessoas que não entendem nada de saúde (de transporte, de educação, de infraestrutura, mas me detenho no assunto), que não fazem nada por tal e tomam essas secretarias como presentinho, como empresas particulares e são donos pra sair em outdoor, pra dizer sou o secretário, mas cadê esses... na hora do flagrante do MP?
E o MP, porque só se tocou agora desse caos que é a saúde no HMS? Será se não é suficiente a imprensa como orgão de denúncia desse povo sofrido que sempre tem história do nosso 'postão'?
Ah, também lembrei, a fiscalização foi consequencia de um péssimo atendimento a um policial federal, segundo o Rota, é já dizia um velho amigo, pimenta no curação dos outros é refresco.
E se fosse eu a não atendida, seria a base de uma fiscalização como essa?
Por isso, deixo aqui uma dica pra nossos guerreiros do MP, assistam mais TV e cobrem de quem de fato é responsável.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Nos aguardem.....

Ao contrário do que parece nós Raphael Lukas e Andressa Aguiar não abandonamos o blog. Na verdade o projeto do Happy Hour é apenas uma semente que dará muitos frutos em breve. Temos muitas ideias a respeito desse projeto que devem ser organizadas para serem colocadas em prática. No meio tempo da criação do blog surgiram oportunidades de trabalho inesperadas para nós dois o que encurtou e muito nosso tempo, porém nos deu mais visão ao que o blog Happy Hour pode se tornar. Durante as férias pouco foi nosso contato, mas pela primeira vez nos reunimos e conversamos sério sobre o Happy Hour que passará a partir do mês de fevereiro de um blog passatempo para um blog empresa. Espero que todos nossos amigos e familia que nos apoiaram tanto no início do projeto continuem acreditando em nós e nos dando palavras positivas que muito nos ajudam nos momentos de dificuldades e que Deus continue na frente das nossos objetivos, sempre iluminando nosso passos. Eu em nome do Happy Hour também representado pela minha querida amiga Andressa agradeço a todos os visitantes do blog e lhes desejo muito sucesso. Quem quiser acompanhar um pouco do nosso trabalho jornalístico pode ler minhas matérias no Jornal de Santarém e do Baixo Amazonas e a belíssima Andressa Aguiar apresentando o programa TV Shop no canal 7. Garanto que todos irão se surpreender com as surpresas do Happy Hour em 2011, um grande abraço a todos!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Instituto Vivo e PSA promovem palestra sobre a utilização dos celulares no serviço jornalístico


Raphael Lukas

O Instituto Vivo em parceria com o Projeto Saúde e Alegria promoveu neste sábado, 3, a Oficina Digital com a Impressa. O encontro aconteceu no auditório central da FIT, onde participaram jornalistas e acadêmicos da área.  A palestra foi dirigida por Hely Costa, educador de arte, animação e coordenador do Arte Favela, projeto cultural que visa ocupar a mente de jovens das favelas mineiras com a arte e animaçã. A oficina ou bate papo como preferiu definir Hely, tratou das novas tecnologias que estão surgindo e como estas podem ser utilizadas no jornalismo.
Cada vez mais as emissoras de televisão, rádio e as mídias impressas, jornal e revistas estão aderindo às tecnologias que facilitam a comunicação entre equipes além da troca de materiais. O celular que há alguns anos atrás era uma ferramenta que servia apenas para telefonar, hoje se transformou em um objeto multiuso com uma qualidade que vem se confundindo com os materiais específicos utilizados nos mobiles, como câmeras e computadores.
O conhecimento das ferramentas, que estão cada vez mais ganhando espaço pode significar um passo na rapidez das trocas de informações entre as equipes jornalísticas e de contato com os leitores, ouvintes ou espectadores das mídias. Foi citado na palestra o papel do público no fornecimento das informações e a importâncias do mobiles (celulares multiuso) nessa relação. Foi discutido também o papel dos jornalistas nesse novo mercado e como eles devem se adequar, assim como as empresas jornalísticas.
Foram apresentados métodos de como divulgar os trabalhos individuais dos jornalistas, como o site de vídeos Quik (www.quik.com) e World Tv (www.worldtv.com). O primeiro exibe vídeos ao vivo na internet conectado ao celular, que possue câmera - o segundo é um site tanto do armazenamento dos trabalhos quanto de exibição ao vivo. Foi debatido também como, com o surgimento dessas tecnologias, pessoas comuns podem se tornar jornalistas “free lances” e colaborar com informações importantíssimas aos veículos de comunicação o que em Santarém ainda pouco explorado.” É fundamental principalmente para a área de comunicação entender as novidades” cita o palestrante.
Durante a palestra se percebeu uma limitação na utilização dessas tecnologias referente à conexão da internet na cidade que ainda é lenta. Em Santarém o sinal da Vivo chega a 1MB de velocidade enquanto que para a transmissão de vídeos on line necessita-se de 4MB de velocidade. A respeito dessa questão Hely diz “Só dos jornalistas entenderem o que está acontecendo no mundo em tecnologia já é importante. Tudo está acontecendo muito rápido. Quando a internet funcionar de acordo com essas tecnologias eles já irão saber usar as novidades. Muitas vezes a internet não permite que se enviem vídeos, mas pode-se enviar fotos ou fazer transmissões ao vivo como é feito no rádio e televisão”.
Cabe aos veículos se adequarem às tecnologias para facilitarem seus serviços de acordo com o que é fornecido no momento. Como cita Hely “O importante é saber que o celular que é uma ferramenta que está sempre com agente não serve apenas para falar e ouvir, mas sim para muitas coisas as quais o mobile favorece” afirma.
O evento foi marcado para ser no auditório da Associação Comercial de Santarém, mas mudou de local, no sábado do evento, para o auditório central da FIT. Por meio de aviso impresso na porta da Aces os participantes foram avisados sobre mudança.





Universitários promovem evento cultural em forma de protesto contra comunicado da reitoria e precariedades na estrutura da Ufopa.


Raphael Lukas

Na última sexta-feira, 2, no campus Rondon da Ufopa  os acadêmicos de diversos cursos promoveram um Viradão Cultural. Os eventos culturais no espaço são costumeiros, porém o Viradão de sexta foi uma forma de protestar contra o comunicado veiculado pela reitoria da Universidade. No documento os alunos são impedidos de estar na faculdade após as 23:00 horas e nos finais semana após às 13:00 horas. Para utilizar do espaço público nesses horários os alunos têm de comunicar à diretoria da segurança e esperar por uma permissão.

Mais de setecentos alunos assinaram um abaixo assinado se mobilizando contra a atitude da diretoria de segurança. Além disso, os alunos são impedidos de entrarem acompanhados no campus sem que haja um comunicado prévio à segurança da universidade. Os alunos reclamam também da falta de estrutura da Universidade. Segundo Ramon Santos, acadêmico de direito, há turmas que se assistem aula na parte externa das salas e no auditório por conta da ausência de salas de aula no campus. A biblioteca da universidade se encontra fechada e sem livros. “Se agente quiser estudar temos que ir para o outro campus ou para as bibliotecas de outras universidades”, desabafa. Outra reinvidicação dos alunos é a imposição da atual reitoria, os alunos criticam dizendo que o reitor não foi escolhido de forma democrática como é de costume e sim por uma imposição do Mec.

O acadêmico Ramon cita que a atitude impede que os movimentos sociais e estudantis se reúnam nos finais de semana. “Tem que dizer o que o professor, técnico, alunos vão fazer aqui dentro da universidade”, declara. “O patrimônio é público, é nosso. Em outras universidades essa atitude passa por toda uma discussão, queremos uma universidade democrática” diz Ramon. Uma das reclamações dos universitários é também a dificuldade de transporte. Poucos ônibus passam pela universidade. Alguns estudantes têm de se deslocar para paradas de ônibus a duas ou três quadras da Ufopa Rondon.

“A universidade não é só um escolão aonde agente vem só pra ter aula, agente tem acesso à universidade para produzir conhecimento e cultura” afirma Rômulo Ferreira um dos organizadores do evento. Segundo o acadêmico de biologia a Ufopa não possue um conselho universitário que envolva todas as categorias da universidade, como estudantes, professores e técnicos administrativos. “A reitoria é um órgão executivo e não o que dita todas as regras” afirma Rômulo.

Para Gilson da Silva Costa a Ufopa na prática não está de acordo com o que se foi proposto em sua criação. “Na minuta do estatuto da universidade diz que ela é democrática, aberta, da sociedade, dos povos, está colocada para a construção de um realidade social, econômica ambiental e cultural. E quando agente analisa a partir dos dados concretos da realidade ver-se algo diferente. A história se faz na realidade e não na letra” declara o professor. Gilson fala também sobre a falta de estrutura da universidade. ”Os professores não têm estrutura nenhuma para trabalhar e os estudantes assistem aula em espaços absurdos até de baixo de árvore, quando não em outras escolas. Não temos uma estrutura de ensino, pesquisa e extensão”, afirma lamentando.

A diretoria de segurança da Ufopa afirma no conteúdo do Comunicado que as decisões são medidas que visam garantir a segurança do campus que se trata de um patrimônio público pertencente à União. Espera-se dos gestores da universidade uma reposta a toda essa questão. E que os diretores da instituição possam articular medidas que para melhorar essa situação caótica que se encontra a Ufopa.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Por do sol no Rio Tapajós, é triste saber que isso pode acabar.....

Foto: Raphael Lukas

Romeiros tiveram de andar sobre poças d`água e lama durante o trajeto do Círio 2010

Raphael Lukas

Durante o trajeto do Círio o sentimento de fé e devoção é marcante. Em contrapartida, a multidão que fez parte da romaria teve de se submeter a algumas dificuldades estruturais ao longo da caminhada. Esse foi o nonagésimo segundo Círio de Nossa Senhora da Conceição, e no auge do seu crescimento com aproximadamente 250 mil presentes. Nas ruas de Santarém, cidade pólo do Pará, tem ainda em suas principais avenidas limitações para receber um evento desse porte.

Na Avenida São Sebastião um dos locais principais da romaria, já que é explorada toda sua extensão na caminhada. Os romeiros tiveram de pular ou mesmo pisar nas poças d água que a avenida comprometida pelos buracos oferecia. As caneletas de esgoto da São Sebastião foram limpas pelo serviço da prefeitura, o que não resultou na solução do problema, pois se formaram poças d água devido a chuva que ocorreu na área entre a Rua Professor Carvalho e Cuiabá.

As obras da São Sebastião foram iniciadas entre o término das eleições e o inicio da semana do Círio o que levou mais ou menos um mês, porém em um período muito curto de eleições grande parte da Avenida Rui Barbosa foi asfaltada, o que caracteriza uma obra eleitoreira.   O que leva a população a questionar é o fato das obras da Avenida São Sebastião não terem sido aceleradas para o Círio assim como as obras da Rui Barbosa foram para as eleições. O deputado Antônio Rocha, pai do vice-prefeito José Antônio Rocha, quando questionado durante a caminhada do Círio a respeito da situação das ruas disse: “ Agente sabe que cada governo faz  a sua parte , faz aquilo que pode Santarém é uma cidade grande. É necessário que cada um faça a sua parte para que agente possa ter uma cidade mais bonita. E agente nesse momento pede para que Nossa Senhora da Conceição que interceda para que o Governo possa enxergar e buscar recursos para fazer as obras necessárias”.

Para Francisco Coelho Filho, romeiro a situação das ruas estavam boas durante o início da caminhada e foi pirando no final da Avenida São Sebastião, justamente na área em que ainda não foi asfaltada. Para ele ano que vem os problemas nesse sentido devem melhorar, pois já se iniciaram as obras.

Espera-se que o asfalto da Sao Sebastião seja de qualidade para que o próximo Círio seja realizado dentro dos padrões estruturais dignos de um evento desse porte. Dentre outros fatores como a inexistência de lixeiras durante a caminhada e a falta de Banheiros Públicos.  E que o nonagésimo terceiro Círio da Senhora da Conceição seja feito não com o mínimo, mas com o máximo de organização da prefeitura da cidade de Santarém.


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Nerd X Garanhão



Esse é o vídeo do nosso amigo Cássio, divirtam-se com seu talento e claro....suas palhaçadas.

Política e violência andam juntas no Rio


Raphael Lukas


Os acontecimentos no Rio de Janeiro se devem a uma política burra e não preocupada com a sociedade. Claro que todos têm livre arbítrio. Ninguém pode forçar ninguém a se inserir no mundo do crime, porém a maioria dos jovens do morro carioca não encontram saída.

Muitos prestigiam o trabalho do BOP e dessas tribos matadoras de bandidos, mas será que o massacre, a tortura e repressão têm resolvido o problema? Será que é esse o caminho?

Por causa dos maiores bandidos desse país que são os políticos que tanta gente inocente está morrendo. Os policiais corruptos são apenas pequenos seguidores do mau exemplo de quem chega ao poder para benefício próprio....

Um recado aos meus colegas jornalistas


Raphael Lukas

“Jornalista, não fique em cima do muro fique em cima da notícia”. Essa é a frase que tem escrito na redação do Jornal de Santarém e Baixo Amazonas, onde trabalho. Essa frase está escrita acima dos computadores, em um local onde se por algum acaso estivermos escrevendo algo com imparcialidade, certamente iremos olhar para a placa e cairá um peso em nossa consciência.

A formação de opinião no jornalismo é essencial, porém não se pode fugir da verdade para que se convencer alguém do que se pensa. Na verdade quando se fala em “ficar em cima do muro” faz-se referencia à omissão. Omitir no jornalismo é o mesmo que mentir, diferente da vida cotidiana. Muitas vezes omitimos certas frases, certas verdades, para escaparmos de situações complicadas, mas essa prática deve ficar do lado de fora da redação.  Já “ficar em cima da notícia”, na minha visão tem dois sentidos. O primeiro é apurar o que se escreve, saber se é verdade. Já vi situações em que certos jornalistas escrevem o que não têm certeza por preguiça de apurar. O segundo sentido se trata de se colocarem uma posição mais imparcial possível, já que é descartada a idéia de que exista imparcialidade completa.

O jornalista não é e nem deve ser um robô, repetitivo e extremamente informativo, pois antes  de ser profissional é ser humano. Sabe-se também que praticamente todos os veículos de comunicação tendem à imparcialidade segundo seus interesses, Isso envolve muitos fatores que no final se resumem em duas palavras, política e dinheiro, mas por outro lado o bom profissional deve sempre pensar no serviço que ela faz para o público e não para o serviço que ele presta ao veículo em que trabalha. Se não este virará uma marionete nas mãos do seu patrão, principalmente se a ética não for um comportamento comum do chefe.

Novo shopping terá até hotel

Informação do blog do Jeso

Maquete do Complexo Alter do Chão, o novo shopping de Santarém


O nº 1 do Complexo Alter do Chão, o novo shopping center da cidade, Luis Antônio Corrêa, acaba de chegar em Santarém.
Alcançado pelo blog, ele adiantou que o empreendimento é “muito mais do que um shopping”, pois vai abrigar, além de um centro de convenções, hotel, área de lazer e “até espaço para grandes shows”.
O Complexo Alter do Chão funcionará numa área de 220 hectares, na rodovia Fernando Guilhon, à margem esquerda (sentido centro -> aeroporto), na esquina com a rodovia Everaldo Martins, que dá acesso à praia de Alter do Chão. Do outro lado da Everaldo Martins, ficará a futura escola técnica estadual.
- É uma obra grandiosa, para o povo de Santarém – declarou Luiz Antônio Corrêa.
Na foto ao alto, parte da maquete do empreendimento.