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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Presidenta, mulher, feminina por decreto

Os petistas, seguindo determinação de seu gramático mor e estilista chefe, Lula da Silva, querem porque querem que Dilma seja chamada ‘presidenta’, não ‘presidente’, como manda a boa gramática e o protocolo internacional quanto às outras presidentes de nações. Essa gente é tão esperta, mas tão esperta, que sempre mostra o óbvio: a preocupação de insistir na feminilidade de Dilma Rousseff.
Na gramática petista não passa a velha regra da língua portuguesa que fixa o masculino como o gênero oficial dos cargos públicos. Se têm tanta preocupação com a feminilidade de Dilma mandem-na usar vestidos – como a presidente Cristina Kirchner – ao invés daqueles terninhos que só ressaltam sua barriga. Do jeito que vai, antes de sair Lula baixa medida provisória declarando que Dilma é mulher. Que o Congresso aprova. Por decurso de prazo.

Um comentário:

  1. Com todo respeito caro amigo “Dudu Dourado”, acredito que escreveste algo sem antes se informar nos corretos meios da gramática e do noticiário internacional!
    A dita cuja Cristina Kirchner ao assumir a presidência da Argentina bradou em um discurso como queria ser chamada se eleita:
    - Presidenta! Comecem a se acostumar. Presidentaaa... e não presidente! — disse, esticando a letra a.
    Chegando ao ponto de rejeitar documentos da Casa Rosada que continham a palavra presidente ao invés de presidenta, exigindo correção e nova impressão.
    Quanto à gramática segundo as palavras do conceituado professor Pasquale Cipro Neto, o termo presidenta está em todos os dicionários e pode perfeitamente ser usada, assim sendo, se Dilma fizer questão de ser presidenta, ninguém vai poder contrariá-la.
    E apenas colocando uma observação particular, desde que me conheço por gente nunca julguei as pessoas pelas suas vestes, sendo assim espero que de “terninho” ou de “saia” ela faça pelo povo brasileiro o que os mais bem vestidos presidentes não fizeram.
    Abraço!

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